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So...

Não é fácil acertar nestas coisas, mas o que é facto é que ontem olhei para fora do meu trabalho e pedi que o homem da minha vida passasse por lá, para vê-lo. E não deve ter passado 10 minutos e lá estava ele pela mão do seu pai, lindo, de cor de laranja, que assim que me viu correu para os meus braços para matarmos a saudade. Perguntei-lhe o que ia jantar e ele prontamente respondeu: "pimil" e "tatinhas"...
Depois foi embora lançando beijos, com a sua mão pequena, pela mão do seu pai.

Se eu podia ser uma tia menos babada?! Podia, mas não era a mesma coisa! :)

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Em casa#3

Aproveitei o feriado de quinta-feira para fazer ponte e ficar 4 dias em casa. Precisava de descansar, de dormir e fazer coisas em casa, com calma, tempo e disponibilidade. Depois de um jantar ontem bem divertido, hoje o corpo precisou de sofá, de sonos curtos, de gatos dorminhocos e do aconchego do outono em casa. Entre todo este programa extenso de sábado, vi dois filmes e gostei. Um mais pragmático, outro mais sentimental. O Chris Evans nunca desilude. :) Para amanhã, espera-se algum exercício físico, preparação de refeições para a semana e trabalhar o psicológico para a semana que se avizinha.

Em casa#8

É a palavra que define os últimos meses. Não que as obras tenham durado muito tempo, mas como os mestres não trabalharam a tempo inteiro, a coisa arrastou-se. Acabaram este fim-de-semana e estou desde sábado a limpar, sim por mais que limpe, vejo sempre pó. Estivemos uma semana em casa da minha mãe (eu e os gatos), na fase das pinturas e rodapés, e por isso foi mais fácil limpar o maior, sem que eles estivessem por perto. Domingo à noite regressamos todos e faltam apenas alguns apontamentos de decoração, para que possa fechar esse capítulo. Se já gostava da minha casa, agora estou verdadeiramente apaixonada por ela e por cada divisão. Fotos para muitoooooo breve.

Em casa#4

Estão dois gatos sempre à minha espera. É raro quando não estão atrás da porta quando chego e só sossegam depois de lhes deitar comida e lhes fazer uma festa na cabeça. A mimi já está comigo desde maio de 2016, o faísca só em junho deste ano, e tenho por eles um amor enorme. A mimi veio cá para casa depois de ter terminado um relacionamento e porque achei que a casa estava demasiado silenciosa.  Cuidar dela, alimentá-la, dar-lhe colo, salvou-me.  A decisão de adoptar mais um gato só aconteceu porque passo muitas horas fora de casa e não era justo para ela. O faísca é a nossa dor de cabeça, mais rebelde e desassossegado. Nunca tenho a casa arrumada e limpa por muito tempo, mas tenho um lar, e mais do que animais domésticos, são como família, porque recebo tanto quanto dou.