domingo, 18 de junho de 2017

Duda, the one and only!




Tenho tanto para actualizar neste blog, que nem sei bem por onde começar...
No meu último post mostrava um novo gato cá em casa, o duda, por quem me apaixonei pouco tempo de cá estar. Era super meigo, muito calminho e pedia colo como ninguém. Se é verdade que os gatos são uma grande companhia, o duda foi mesmo um gato especial. E talvez por isso me tenha custado horrores tê-lo perdido. Estava doente e abatê-lo foi um mal menor. Lembro-me do dia que não deixei que ficasse internado, porque me armei em durona e ia tratá-lo em casa. No fundo era o meu medo de o perder e vim lavada em lágrimas no regresso a casa, sem saber bem o que fazer à minha vida.
No dia seguinte não me deixou dar-lhe a medicação e não restava dúvidas que era preciso interná-lo e tentar fazer o melhor por ele. 
Já não saiu, ficou internado uma semana e a 21 de maio recebi o telefonema do veterinário a dizer que já não havia nada a fazer.
Regressei da Terceira mais cedo e no dia seguinte fui despedir-me dele.
Engane-se quem acha que é menos difícil, porque ser um animal, porque tenho saudades dele todos os dias. Acabei por adoptar outro gato, pois a mimi estranhou muito a ausência dele, mas muitas vezes engano-me e chamo-o de duda. Esta é a minha foto preferida dele, captei-a quando me preparava para me zangar com ele por saltar para lá, claro que perante tanta fofura, tirei a foto e levou os mimos do costume. Merecia mais, mas não tive tempo...

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Mimi&Duda#1


Sim, agora são dois gatos. Comecei a achar que a mimi precisava de companhia, pois passo muitas horas fora de casa e cortava-me a alma cada vez que chegava a casa e lá estava ela à minha espera atrás da porta.
O Duda foi um gato de rua, que foi resgatado do canil por ser "vitima" dos outros gatos e ser demasiado dócil. É um doce, super carente e está sempre com fome. É muito mais mimoso que a mimi e pede colo constantemente.
O inicio foi naturalmente complicado, ficaram afastados uns dias sempre que me ausentava e os encontros eram sempre de "cortar à faca", pois a mimi não achou grande piada à ideia.
Hoje já partilham os espaços e até brincam juntos. Os medos que tive quando adoptei a mimi não existiram com este, mas ele também ajuda muito. Adoptar um gato de rua é completamente diferente, e apesar do trabalho que dão, estou muito grata pela decisão que tomei.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Trau#39



O corpo não está minimamente preparado para biquíni, mas não tou "nem aí"! Daqui a uma semana atravesso o atlântico para umas férias "daquelas". :)

Tava mais que visto...#4


... que me ia inquietar com esta bicha! Há duas semanas começou a dar sinais de não comer, muito paradinha, com carinha triste (sim, sei diferenciar quando ela está amuada, triste ou normal :p) e fui com ela ao veterinário achando que era uma coisa simples, mas não. Quando dei por mim a veterinária já lhe estava a por a soro e ia ficar internada.
Entre idas ao veterinário, medicamentos e muito amor, lá descobrimos que a promissora estilista de alta costura tinha comido uma pequena fita de cetim e que por sorte não resultou em consequências mais graves.
Agora já se alimenta por si e está quase no seu normal. Agora aproxima-se outro drama: vou estar fora 10 dias.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

E sabe tão bem...#2


Depois de um dia longo, chegar a casa e não ter que fazer o jantar, só esticar-me bem aconchegada no sofá, onde ela não perde tempo e salta para as dentadas da praxe. Depois quando se farta adormece e eu dou por mim a contemplá-la: Tão linda e branquinha. Mais tarde acordo-a porque quero ir dormir e lá vai ela à minha frente para o seu lugar de sempre. Não incomoda, nem se mexe toda a noite, fica li mesmo ao lado, como que a guardar o meu sono.
De manhã corre contente, pois sabe que vai ter o seu "bombom".

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

E sabe tão bem...#1




Faz hoje um mês que mudei de trabalho. Acabaram as noites, os turnos, os fins-de-semana fechada num centro comercial, o atendimento ao público. O cansaço do tipo de trabalho era evidente e só se manteve até à data, porque é preciso pagar-se as contas para se ser feliz noutras coisas.
Hoje é um trabalho mais dinâmico, menos repetitivo, mais compensador, em que se é reconhecido pelo que se faz e isso, meus caros, não há dinheiro que pague.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Tava mais que visto...#3


... que continuaria a pagar p'la língua. Tenho o portátil na mesa da cozinha, porque é o único sitio que consigo trabalhar, sem que a bicha suba para o teclado e me desgrace um trabalho. E vai daí que um dia estava tão melosa e chatinha, que me lembrei de lhe colocar a cama em cima da bancada da cozinha, para que ela me pudesse ver e sossegar. E assim ficou sossegada, quentinha e com companhia. Mimos, mimos!


Avizinha-se...#1



Dois dias inteirinhos de sapatilha no pé, de jeans, de conforto. Não que durante a semana esteja desconfortável, mas o trabalho pede um vestuário mais formal. Blazer's e saltos: até 2ª feira. :)



P.S. Continua a ser muito estranho o fim-de-semana em casa, como dado adquirido. Este será o primeiro que vou poder desfrutar com calma, sem as folias do natal, passagem de ano e viagens em trabalho.

Com o tempo, vou me habituar-me à ideia.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016